
Exploração Humana
Enganado está, aquele indivíduo que acredita na abolição do tráfico de pessoas, que tal fase permaneceu presa aos séculos passados, no tempo da escravidão de povos que não possuíam um desenvolvimento, nem a solidez, diante de nações que conseguiam ultrapassar novas barreiras a cada exploração, navegação, batalha. Migrar, trabalhar, espreitar, ações que fazem parte da vida de pessoas que ''trabalham'', sendo retiradas de seus locais, separados de parentes, por muitas vezes, perdendo seus costumes.
Em pleno século XXI, considerado a Era da informação, tecnologia e desenvolvimento. Crescimento em algumas áreas, é primordial dar ênfase nessa parte. Já que não houve um progresso absoluto, ainda não tratamos pessoas, como seres humanos, as tratamos como objetos/mercadorias. Há uma inversão dos papéis, os negros e índios, não são os principais explorados, mulheres e homens, são explorados sexualmente ou inseridos no tráfico de drogas. Os aventureiros, que buscavam metais preciosos, receberam outras denominações, como ''coyotes'', estes levam pessoas para os EUA através da fronteira existentes com o México. Antes, quem lucrava com a mão-de-obra escrava, era a metrópole, que financiava as ostentações da corte, hoje, são os ''animais''. Pode haver um paralelo entre os navios negreiros ou embarcações que transportavam os escravos, entre os que são responsáveis pela condução das pessoas, que farão atos ilícitos.
Avanços científicos e tecnológicos, modificações sociais, evidenciam um crescimento. Porém, desigualdades, injustiças, continuam a acontecer, a evolução em relação ao respeito com o próximo, infelizmente, estagnou.
Por Ana Paula G. Lins.
Fonte: http://www2.uol.com.br/historiaviva/artigos/o_trafico_de_seres_humanos_hoje.html
